PF REVELA QUE 79,2% DA COCAÍNA VENDIDA EM MINAS É ADULTERADA

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PF revela que 79,2% da cocaína vendida em Minas é adulterada

Fonte: Portal Hoje em Dia – Belo Horizonte
Da Redação

Pixabay/Reprodução /

O consumo da droga no Brasil é quatro vezes maior que a média mundial

Um estudo divulgado pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (27) revelou que a cocaína vendida no Brasil é adulterada. Em Minas Gerais, segundo o levantamento, 79,2% do entorpecente foi “batizado” na última década. No ano passado o percentual foi ainda maior: 100%.

A pesquisa foi realizada com amostras apreendidas entre 2007 e 2015, e revelou uma inversão, já que há nove anos 78% da cocaína era comercializada no Estado sem a adição de outras substâncias, ou seja, chegava ao usuário no estado bruto.

Para a corporação, o “batizo” tem a intenção de aumentar a massa da droga e, assim, inflar o lucro dos traficantes. “É importante ressaltar que em algumas situações os adulterantes adicionados à cocaína podem ter efeitos mais perniciosos do que a própria droga”, ressalta a PF no documento.

Letal

O estudo apontou ainda que em Minas as principais substâncias misturadas ao entorpecente são a fenacetina e o levamisol, além da cafeína e a lindocaína. “Os novos adulterantes adicionados na cocaína têm propriedades tóxicas ainda mais graves do que a dos adulterantes utilizados anteriormente”, revela trecho do estudo.

Segundo a Polícia Federal, o levamisol é um fármaco que deveria ser usado exclusivamente por veterinário e a fenacetina está proibida no mercado brasileiro. A primeira substância pode levar à necrose da pele e provocar danos renais, enquanto o segunda é cancerígena e pode causar até a amputaçao de membros.

Vacina

Pesquisadores da UFMG estão desenvolvendo há dois anos e meio uma vacina que pretende eliminar a dependência de cocaína. “Desenvolvemos uma molécula que estimula a produção de anticorpos contra a cocaína no sistema imunológico”, afirmou o professor Angelo de Fátima, do departamento de Química Orgânica, um dos responsáveis pela pesquisa.

“Esses anticorpos capturam a cocaína, impedindo-a de chegar ao cérebro, e reduzem os efeitos euforizantes da droga, o que leva o usuário a perder interesse” no seu consumo, explicou o acadêmico.

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Clinica Getsêmani: Olhos na estrada

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Clinica Getsêmani – Na tela grande do cinema, um comercial mostra, do ponto de vista do motorista, uma viagem de carro numa estrada vazia e arborizada.
Ao Som de música relaxante, a plateia é exposta a alguns segundos de tranquilidade. Tudo muda quando um dispositivo instalado na sala de cinema faz todos celulares do local receberem um SMS simultaneamente.

Por reflexo, a maior parte do público desvia o olho para suas telas – mesmo erro do motorista do vídeo,  cujo carro sofre um acidente violento e repentino. A campanha mostra então sua verdadeira intenção nos segundos finais: “O uso de celular é atualmente a principal causa de morte atrás do volante. Um lembrete para manter os olhos na rodovia”, diz o texto na tela. A criação é da agência Ogilvy Beijing, da China, para a marca Volkswagen.

A importância da família no tratamento do alcoolismo

tratamento do alcoolismo

Qual a importância da família no tratamento do alcoolismo?

 

Por muito tempo, o alcoolismo era visto como uma fraqueza. Mas, hoje em dia, sabemos que ele é uma doença ou, mais que isso, uma dependência — psicológica e física — que afeta tanto quem a tem, quanto a família que precisa se desdobrar para ajudar o dependente.

Assim, a família se torna tão importante no tratamento de alcoolismo quanto a equipe profissional especializada no assunto. Cada uma delas tem um importante papel para ajudar o alcoólatra a lidar com a doença e a se sentir parte da sociedade novamente.

Pensando na importância da família no tratamento de alcoolismo, listamos alguns benefícios que a presença dos familiares pode trazer para que seu ente querido volte a ter uma vida saudável e muito mais feliz. Confira!

 

Familiares ajudam a procurar por bons profissionais

 

Muitas vezes, o alcoólatra se nega a reconhecer sua condição e, por isso, não recebe a ajuda de profissionais. É importante dizer que este é um período muito delicado e, para a maioria dos dependentes, não é fácil admitir a situação, principalmente, por sentir vergonha do que as pessoas podem pensar dele.

Mas, em casos como esse, a família pode ajudar muito! Pai, mãe, irmãos, filhos: todos podem mostrar compaixão pela situação, convencendo o dependente a procurar ajuda especializada. Nesses momentos, o melhor é conversar de forma carinhosa e respeitosa, mostrando que a batalha é de toda a família. É muito importante deixar claro que os familiares estão do lado dele, sem fazer qualquer julgamento.

 

Podem melhorar o ânimo do paciente

 

Durante o tratamento, o alcoólatra pode ficar separado da família por um algum período. Faz parte do processo de recuperação em algumas clínicas. Mas, de tempos em tempos, os familiares podem visitá-lo e esses momentos funcionam como um recomeço. Encontrar com a família dá ao paciente muita energia positiva.

Ao sentir o carinho e ver a preocupação dos seus entes queridos, o paciente fica ainda mais motivado para terminar o tratamento. Apoio, muitas vezes, é tudo o que ele precisa!

 

Facilitam o trabalho dos profissionais especializados

 

Outro ponto positivo de ter a família por perto nesses momentos é a ajuda que os familiares podem dar aos profissionais especializados. Por conhecerem o paciente há mais tempo que a equipe responsável pelo tratamento, a família consegue dar mais informações corretas sobre o paciente.

É muito importante que estes profissionais conheçam todos os sintomas antes mesmo da internação do dependente, se este for o caso. Dentre eles, os mais importantes são os relacionadas às mudanças de comportamento, como isolamento, humor instável, irritabilidade e problemas no trabalho.

Essas informações são fundamentais para o tratamento, tanto para definir como ele vai ser feito, quanto para decidir qual ritmo ele deve seguir.

 

Aumentam as chances de recuperação durante e depois do tratamento

 

Caso esteja em alguma clínica de tratamento, ao sair dessa clínica, o alcoólatra tem grandes chances de não ter recaídas caso tenho um apoio da familia e da equipe de profissionais. Mas, essa é uma fase muito delicada porque as tentações podem voltar para a vida do dependente.

Por exemplo, uma saída com os amigos ou até mesmo a confraternização da empresa podem parecer eventos comuns para grande parte das pessoas, mas, para alguém em fase de recuperação, elas são verdadeiros testes.

Em lugares com bebida alcoólica, a família e os amigos mais próximos são os responsáveis tanto por vigiar o dependente, quanto por incentivá-lo a não consumir álcool. Mas lembre-se: essa ajuda precisa ser feita com conversas honestas e tranquilas. É preciso deixar claro que a família está junto com ele!

Mas, caso a vontade aperte muito, o ideal é sair do ambiente e conversar quando tudo estiver mais tranquilo. Muita calma nessa hora! Afinal, o importante é não deixar que ele tenha recaídas.

E aí, gostou das nossas dicas? Conhece algum caso de tratamento de alcoolismo em que a família foi importante? Conte pra gente nos comentários! Queremos compartilhar informações importantes para quem precisa lidar com essa situação.

Você também pode ver mais dicas de como combater o alcoolismo neste post aqui.

5 dicas para combater o alcoolismo

O alcoolismo é um problema de saúde pública que atinge cada vez mais pessoas em todo o mundo. Como todo problema de saúde, ele deve ser encarado com seriedade e ajuda profissional.

No artigo de hoje, vamos apresentar algumas dicas para combater o vício em bebidas alcoólicas e para melhorar a qualidade de vida de seus dependentes.

 

1. Acompanhamento psicológico

 

O acompanhamento de um psicólogo é fundamental para trabalhar todo o quadro pelo qual o paciente está passando. Isso ajuda o dependente a compreender a doença, as mudanças psicológicas que ela traz e os impactos que o vício pode ter na vida dos familiares e amigos.

Essa ajuda ensina o dependente a lidar de uma maneira mais eficaz com suas emoções, bem como se tornar mais forte para enfrentar a dificuldade do tratamento que um vício deste tipo envolve.

 

2. Atendimento em grupo

 

Participar de um grupo de pessoas que compartilham do mesmo problema pode ser interessante para mostrar que ele não está sozinho, que não é um caso isolado ou uma falha pessoal, mas sim uma questão que atinge um grande número de indivíduos de todas as origens.

Além de ter contato com quem sofre com o problema, o paciente também terá contato com aqueles casos de superação, de sucesso em sua busca pela recuperação. Isso poderá servir de estímulo e de modelo.

Reuniões como as dos Alcoólicos Anônimos ou de grupos de igrejas, por exemplo, são boas opções.

 

3. Assistência especializada

 

Acreditar na própria força de vontade para interromper o vício é um passo importante para o tratamento de qualquer paciente, mas acreditar que só ela é o suficiente pode ser um erro que colocará a perder todo o esforço. Não abra mão da ajuda de profissionais.

Além da já citada assistência psicológica, não há como descartar todo o apoio que a assistência médica tem a oferecer. O acompanhamento médico poderá amenizar possíveis efeitos físicos que a abstinência possa vir a causar, bem como tratar possíveis danos causados à saúde pelo consumo excessivo de álcool.

 

4. Internação em clínicas de recuperação

 

Se o quadro se mostrar insustentável, com o tratamento surtindo pouco efeito, constantes recaídas ou ainda instabilidade emocional, pode ser interessante pensar em uma internação em clínica de recuperação.

Com atendimento especializado disponível 24 horas por dia, tais locais prezam pela recuperação do paciente, desenvolvendo tratamentos que, via de regra, aliam os três tópicos apontados acima.

Além disso, muitas clínicas apostam na promoção de atividades para que o paciente desperte sua atenção para outros interesses e se desvincule emocionalmente do vício.

 

5. Apoio familiar

 

Tudo o que dissemos até agora não terá tanto valor se o paciente não contar com o apoio de sua família. Seus familiares devem entender que estão diante de uma pessoa doente que, além de tratamento, precisa ser acolhida, aceita e amada.

Como isso pode ser feito? Por meio de gestos simples como acompanhar o paciente em suas sessões em grupos de ajuda, bem como em suas consultas com especialistas; valorizar cada pequena vitória que ele tiver durante o tratamento, não deixar que possíveis obstáculos o deixem abater e entender que o problema pode estar com a pessoa, mas a solução depende de todos.

Além disso, é importante adaptar a rotina da casa para que o ambiente não se torne um estímulo negativo. Por exemplo, vai comemorar um aniversário? Que tal oferecer apenas refrigerante aos convidados? Que tal deixar a bebida de lado e abastecer a geladeira com água, sucos e chás? Pequenas mudanças de hábito que podem fazer pouca diferença na sua vida terão um enorme impacto no sucesso do tratamento do paciente.

Seguindo essas dicas, e tendo muita paciência, o caminho rumo à liberdade do alcoolismo será mais fácil de ser trilhado. É uma batalha que se vence um dia de cada vez. Que tal aprofundar a discussão conhecendo dúvidas comuns sobre o tratamento da dependência química e suas repostas? Então, clique aqui!

Por que as drogas atraem e como evitar o vício?

Como evitar o vicio das drogas? Por que as drogas atraem?

Quando as pessoas descobrem que têm algum familiar envolvido com o consumo de drogas, é comum que elas se perguntem “Por que ele foi provar dessas substâncias?”. Apesar de recorrente, a questão não possui uma resposta padrão. Cada caso é diferente e as razões que levam alguém ao vício em drogas podem estar muito além da aparência.

Muitas mães, nesse momento, acham que falharam na educação dos seus filhos. No entanto, isso nem sempre é verdade. Saber como lidar com a situação e buscar ajuda profissional para superar esse problema são atitudes fundamentais.

No post de hoje, conheça melhor os motivos que levam ao uso de drogas e descubra as melhores formas de evitar que esse problema surja na sua casa.

Socialização

Um dos principais fatores que levam alguém a experimentar drogas é quando um amigo oferece. Para não ficarem de fora da turma ou serem consideradas caretas, as pessoas aceitam, especialmente na adolescência.

Se a droga for mais leve, como a maconha e o álcool, até existe a possibilidade de o indivíduo só provar. Substâncias como o crack e a cocaína, no entanto, podem viciar já no primeiro uso.

Nesse caso, a única forma de evitar o vício é dizer não. Mesmo que isso custe a amizade, é melhor buscar novos amigos do que perder toda a sua vida.

Escapismo

Nem todas as pessoas lidam com a pressão do dia a dia da mesma forma. Alguns indivíduos têm dificuldade de suportar o estresse, a ansiedade e problemas em geral. Como as drogas oferecem uma sensação de relaxamento, podem ser usadas como uma válvula de escape para essas dificuldades.

O problema dessa forma de uso é que a tendência é que a pessoa sempre busque as drogas quando estiver passando por um momento difícil. Com o tempo, ela terá que aumentar a dose e a frequência do uso, e isso pode comprometer sua saúde e sua rotina.

Pessoas que tenham problemas ao lidarem com estresse podem investir em terapia psicológica em vez de recorrer ao uso de drogas.

Busca por diversão

Hedonismo é o nome que se dá ao desejo de sentir prazer, independentemente da forma. Esse comportamento influencia algumas pessoas a provarem drogas e voltarem a usar sempre que se sentem entediadas.

A maioria delas não se importa com as consequências do uso porque está focada em aproveitar o momento. Como sabem que podem recorrer às drogas para se divertir, elas acabam se tornando alvos do vício.

Falta de conexão

Uma das teorias mais modernas sobre o vício diz que as pessoas recorrem às drogas porque não conseguem se conectar emocionalmente a outros seres humanos. A ideia base é que como os usuários têm dificuldade de estabelecer laços com quem amam, buscam o conforto nas drogas. Geralmente, essas pessoas acabam se isolando da família e dos amigos, o que instiga vício.

O apoio da família e dos amigos é um dos pilares do tratamento de drogas, que faz com que a pessoa perceba que consegue superar o vício para seguir com sua vida. Por isso, deixar que o usuário se afaste de todos pode ser um grande erro no combate às drogas. É importante insistir em trazê-lo para o convívio familiar, fazer com que ele se sinta amado e estimular o tratamento de desintoxicação.

Como evitar o vício em drogas?

Segundo dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes de 2014, cerca de 5 milhões de pessoas são usuários de drogas. O número é grande e muitas vezes, mesmo tendo a vida prejudicada pela substância, a pessoa não consegue evitar o consumo.

A única forma efetiva de evitar o vício em drogas é não experimentar. Caso a pessoa já use as substâncias esporadicamente, vale a pena repensar os hábitos de consumo para verificar se não está viciada: A frequência de uso é alta? Você já teve problemas pelo uso de drogas? Abandonou as atividades sociais e o convívio com amigos? Se as respostas para essas perguntas forem positivas, está na hora de procurar ajuda para se livrar do vício em drogas.

Quer conhecer mais sobre as 5 drogas mais perigosas do mundo? Leia nosso artigo sobre o assunto.

Descubra quais são as 5 drogas mais perigosas do mundo

O poder de destruição que as drogas têm sobre as famílias é notável. O indivíduo se torna usuário e nem imagina o tamanho do sofrimento que pode trazer aos seus amigos e, principalmente, aos familiares. Isso se agrava ainda mais quando o uso envolve as drogas mais perigosas. Resgatar uma pessoa do vício não é uma tarefa fácil, mas de forma nenhuma é impossível.

Para que o usuário possa ser ajudado, a família tem um papel fundamental. Então, conhecer os tipos de drogas existentes e os efeitos que elas causam no usuário é essencial. Assim, é muito mais fácil lidar com o indivíduo para encaminhá-lo à ajuda especializada.

Descubra, então, quais são as 5 drogas mais perigosas do mundo.

 

5ª — Metanfetamina

 

A metanfetamina é uma droga estimulante, que atua diretamente no sistema nervoso central. Ela possui a forma de cristais, mas pode ser fumada, cheirada, inalada ou diluída e injetada diretamente na corrente sanguínea.

Os efeitos da droga são, principalmente, levar a pessoa ao estado de euforia, aumento do apetite sexual, hipertermia e também causa paranoia. A metanfetamina vicia rapidamente, pode causar ataques cardíacos, derrames e ainda compromete o pulmão, a boca e o nariz.

 

4ª — Cocaína

 

cocaína é uma droga que tem potencial extremamente destrutivo, afinal, é de fácil acesso a todas as classes sociais. O tráfico deste entorpecente é bastante comum, tanto em vilas como em festas de alto poder aquisitivo. Ela pode ser injetada, mas é, normalmente, inalada em forma de pó.

Os principais efeitos nos usuários são euforia, sensações de formigamento e de falso bem-estar. O uso da cocaína pode causar câncer, danos cerebrais, infecções nas vias aéreas e até levar a uma parada cardíaca.

Algo que potencializa o perigo desta droga é o fato de ser constantemente misturada a todo tipo de material químico, com o objetivo de aumentar a margem de lucro na venda.

 

3ª — Crack

 

Uma das drogas mais destruidoras é o crack. A imagem que temos da Cracolândia, em São Paulo, demonstra claramente o quão ruim ele pode ser. O crack existe em forma de pedras, que são nada mais que os rejeitos do processo de produção da cocaína. Por isso, ele é bastante barato.

As pedras de crack são fumadas, normalmente, em cachimbos. Os efeitos que a droga causa são, principalmente, enorme estado de prazer e euforia, aumento da temperatura corporal, aumento do ritmo cardíaco e ausência de apetite. Isso tudo passa bem rápido, deixando o usuário em estado depressivo e com extrema necessidade de usar a droga novamente.

O crack faz com que o usuário definhe, podendo levar ao câncer, necroses, infecções e à morte. É uma droga extremamente viciante.

 

2ª — Heroína

 

Também um entorpecente com alto poder viciante, a heroína é uma das drogas existentes com maior potencial fatal. Derivada da morfina, ela é uma droga injetável, que proporciona sensação extrema de prazer logo após a sua administração. É um dos maiores vetores de transmissão de AIDS, por conta do constante compartilhamento de agulhas.

A capacidade de destruição que a heroína tem sobre o corpo humano é absurdo. Pode levar a paradas respiratórias e causar danos neurológicos irreversíveis. Além disso, os danos psicológicos são gravíssimos e levam com frequência ao suicídio.

 

1ª — Álcool

 

Você pode estar estranhando o primeiro lugar da lista, mas não se engane. O álcool é extremamente perigoso. Vendido de forma praticamente livre, ele é uma droga de efeito rápido que deixa a pessoa desinibida, com reflexos precários e com alterações severas de comportamento.

Seu uso prolongado pode levar a problemas no coração, cânceres, depressão e sérias complicações no fígado. Além disso, é uma das maiores causas de mortes no trânsito e em outros tipos de acidentes violentos.

Enfim, existem vários tipos de drogas diferentes. Elas possuem efeitos distintos, mas, no fim das contas, todas elas causam algo em comum: a piora da qualidade de vida de todos os envolvidos.

Se informar é essencial, para, então, procurar ajuda especializada. O importante é entender que é sempre possível resgatar alguém, mesmo quando ocorre o uso das drogas mais perigosas. É só encontrar o caminho certo.

Entendeu tudo direitinho? Confira esse post, e entenda por que o álcool é mais perigoso do que imaginamos.

Entenda como o crack age no organismo para causar dependência

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O crack, durante muito tempo, foi associado a moradores de rua e a pessoas mais pobres. Mas, hoje em dia, essa droga tem se tornado cada vez mais comum em todas as camadas sociais.

Por esse motivo, preparamos esse post com algumas informações importantes para entender como essa droga age no organismo, quais os efeitos que ela gera e por que a pessoa se torna dependente.

 

O que é o crack?

 

O crack é uma droga psicoativa produzida a partir da base de coca, bicarbonato de sódio e água. Ao ser aquecida a mais de 100 ºC, essa mistura se separa em duas partes: uma líquida e uma sólida. Depois de esfriar, a parte sólida vira a pedra de crack.

Por ser produzida de maneira clandestina, a pedra de crack costuma ter outras impurezas, como cal, cimento, querosene, acetona e soda cáustica. Tudo para aumentar o rendimento da mistura e baratear o custo de produção.

 

Qual a relação do crack com a cocaína?

 

A cocaína também é feita com a pasta base de coca. Então, o princípio ativo da cocaína e do crack é o mesmo.

No entanto, a cocaína pode ser usada por qualquer via (oral, intranasal, injetável ou pulmonar) embora a mais comum seja a via intranasal, na forma de um pó que é cheirado. Já o crack, por ser mais resistente ao calor, é usado na forma de uma pedra para ser fumada, com absorção pela via pulmonar.

Como o uso é diferente, essas drogas levam tempos diferentes para gerar efeitos: os da cocaína são mais demorados e menos intensos do que os do crack.

 

Como o crack é usado?

 

O nome crack foi dado graças ao barulho que as pedras da droga fazem ao serem queimadas. É assim que essa droga é consumida: queimada em cachimbos, muitas vezes, improvisados.

O dependente fuma o vapor que, ao chegar nos pulmões, alcança a corrente sanguínea. Ele demora cerca de 8 a 15 segundos para chegar ao cérebro e começa a agir na mesma hora.

 

Quais os efeitos do crack no corpo?

 

Ao chegar ao cérebro, o crack provoca uma grande descarga de neurotransmissores estimulando o sistema nervoso central.

A droga cria uma sensação de euforia, de poder e de prazer intenso. Além disso, o crack aumenta a agitação e a irritabilidade causando tremores, aumento da frequência cardíaca, alterações de movimentos e redução do apetite.

É possível também que ocorram alterações de pensamento, delírios e alucinações, além de reduzir a concentração, a velocidade mental e a capacidade de resolver problemas.

A fumaça pode ainda causar danos aos pulmões, ao coração e ao intestino, aumentando o risco de derrames e infartos.

 

Quais os efeitos do crack no comportamento?

 

A pessoa que se torna dependente do crack deixa de sentir prazer na vida e passa a limitar suas atividades ao uso da droga.

Assim, as relações com família, amigos e colegas ficam em segundo plano. Essa obsessão acaba deixando que o dependente se isole cada vez mais.

 

Quanto tempo duram os efeitos do crack?

 

Após um período de 5 a 10 minutos, os efeitos do crack passam e o dependente pode ter um momento de depressão. Como ele estava em euforia logo antes, é comum confundirem esses sintomas com um quadro de transtorno bipolar.

 

Por que a pessoa se torna dependente?

 

O crack gera efeitos rapidamente e por um período curto. Essas características fazem com que o dependente já deseje repetir a dose logo após o uso, querendo retornar imediatamente ao estado de euforia.

É como se o cérebro pedisse o uso da droga e esse fosse o único pensamento permitido. O alívio desse sentimento só vem quando a pessoa se droga novamente, num ciclo vicioso.

Para que essa pessoa faça parte da sociedade novamente, é preciso encontrar ajuda profissional cuidadosa e oferecer apoio intenso ao dependente. Os efeitos do crack são muito sérios para o corpo e para o comportamento da pessoa. Por esse motivo, o quanto antes ela conseguir se livrar da droga, mais fácil retoma sua vida normal.

Ainda tem alguma dúvida sobre como o crack age no organismo? Pegunta para a gente aqui nos comentários e não se esqueça de curtir nossa página no Facebook!

Internação involuntária e internação compulsória: qual a diferença?

Você sabe a diferença entre internação involuntária e compulsória?

combate ao abuso de álcool e de drogas é uma luta constante. Hoje em dia, existem vários métodos de tratamento para a dependência química. Só que, para serem colocados em prática, muitos desses tratamentos precisam contar com a vontade do dependente para ficar livre do vício.

Mas o que se pode fazer quando alguém perde o controle? Quais atitudes podem ser tomadas para ajudar uma pessoa que está colocando em risco a própria vida e a de seus familiares? Nesses momentos de aflição, a internação involuntária e a compulsória podem ser uma saída.

As duas alternativas precisam de autorização para ocorrer e muitos espaços de reabilitação estão preparados para receber pacientes nas duas condições. Ambas são previstas por lei e garantem os direitos do dependente químico concedendo a ele tratamento especializado.

Mas, apesar de parecidas, a internação involuntária e a internação compulsória não significam a mesma coisa. Confira, então, as principais diferenças entre elas:

Internação involuntária

Esse tipo de intervenção ocorre sem o consentimento do usuário, mas deve ser autorizada por um terceiro (alguém da família, por exemplo). O pedido pode ser feito diretamente em algum centro de recuperação público ou particular.

Um médico especializado deverá examinar o dependente químico e fará um relatório sobre seu estado de saúde. Se for constatada a necessidade de internação involuntária, o estabelecimento tem um prazo de 72 horas para informar o Ministério Público Estadual sobre o processo e o que motivou o pedido.

Essa etapa tem como objetivo evitar que a internação seja usada como justificativa para cárcere privado — quando uma pessoa tem sua liberdade restrita ilegalmente.

Internação compulsória

Essa medida também requer autorização para acontecer já que vai contra a vontade do dependente. Só que a internação compulsória é determinada pela Justiça, independentemente se foi ou não solicitada pela família do usuário de drogas.

A autorização do juiz só ocorre após serem analisados os relatórios médicos com relação à saúde do dependente e aos riscos que ele corre. Caso a intervenção seja recomendada, a Justiça indicará um centro de recuperação especializado em dependência química, levando em conta a competência do estabelecimento e o bem-estar do paciente.

Critérios para a decisão

É importante lembrar que a decisão de solicitar uma internação involuntária ou uma internação compulsória deve ser muito bem pensada e analisada caso a caso. Muitas pessoas conseguem parar de usar drogas por meio de acompanhamento médico e de terapias em grupo. Outras vezes, uma intervenção contra a vontade pode ser a única alternativa viável para salvar a vida do dependente químico.

A família e a Justiça devem sempre buscar ajuda especializada e tratamento adequado por meio de instituições terapêuticas confiáveis. O período mínimo de internação, o suporte dado ao paciente durante o tratamento e o acompanhamento dos internos após a reabilitação podem ser alguns dos parâmetros usados na hora de decidir qual unidade de recuperação é mais apropriada.

Sabe-se que a dependência química é uma doença que pode atingir qualquer pessoa em qualquer idade, mas evitar o vício é possível. Dessa forma, cada vez mais pessoas podem ser poupadas do sofrimento e da necessidade de internação forçada.

E, para conhecer ainda mais sobre esse universo que deve ser evitado, leia esse artigo sobre as 5 drogas mais perigosas do mundo.

4 drogas e como elas prejudicam o corpo e a mente.

cocaina

 

A Cocaína e o consumo desregrado

 

A cocaína é utilizada por viciados em drogas como um estimulante, pois ela provoca uma sensação de euforia, deixando o usuário em estado de excitação e com muita energia.

Seu efeito no corpo está ligado ao aumento da frequência cardíaca, que causa uma arritmia muito forte, além da pressão alta, que pode levar o usuário a uma parada cardíaca e levá-lo à morte.

Esta droga tem seu maior efeito sobre a mente, fazendo com que a pessoa fique sem noção de tempo e de espaço, perdendo o senso de realidade. Após o término do efeito da droga, o dependente passa por um período de depressão profunda, de muita tensão e de necessidade de consumir cada vez mais a substância.

Em curto prazo, a cocaína pode causar crises de insônia e perda de apetite, além de espasmos musculares e de convulsões. Já em longo prazo, seus efeitos são devastadores, como danos ao cérebro, alucinações auditivas constantes, psicose e uma dependência tão severa que a pessoa poderá até cometer crimes para conseguir mais droga

 

Crack: Um caminho sombrio

 

O crack é um subproduto derivado do processo de refinação da cocaína e foi criado com a intenção de popularizar a cocaína. Sua composição é uma mistura de cocaína bruta (não purificada), água e bicarbonato de sódio ou, até mesmo, amônia.

Seu consumo é mais comum em meio as classes sociais mais baixas, mas seu uso não é restrito somente a elas, pois seu consumo entre pessoas de classe alta tem aumentado consideravelmente.

Ao se consumir o crack, assim como a cocaína, os dependentes passam por um estágio muito intenso de euforia seguido por uma depressão profunda. O que torna o crack muito mais perigoso que a cocaína é que, em apenas um trago, é possível criar a dependência.

Infelizmente, no Brasil, consome-se 20% do crack que é vendido no mundo, tornandose uma verdadeira epidemia que possui um potencial muito grande de destruir famílias.

Assim que o usuário dá a primeira tragada, suas pupilas dilatam e aumentam sua pressão, sua frequência cardíaca e sua temperatura, provocando um prazer intenso acompanhado de muita excitação, euforia, hiperatividade e o aumento do ritmo respiratório.

Em longo prazo, esta droga causa danos irreversíveis ao coração e ao cérebro, aumentando as chances de um ataque cardíaco, além de alucinações, desorientação, irritabilidade e depressão intensa que aumenta a cada uso.

 

Maconha e a naturalização do consumo ilícito

 

maconha

A maconha, apesar de ilegal em nosso país, é uma droga muito consumida em todo o planeta por ser barata e fácil de ser encontrada — principalmente, nos grandes centros urbanos.

Esta droga é composta apenas por folhas de cânhamo (cannabis sativa) picadas, tendo como princípio ativo o tetraidrocanabinol (THC) — sua concentração em um cigarro de maconha comum gira em torno de 1% a 5%.

Estima-se que, atualmente, ela é consumida por cerca de 130 milhões de pessoas ao redor do mundo, número que representa, aproximadamente, 3,5% da população mundial.

Ao se consumir a maconha, seus efeitos são a perda de noção de tempo e espaço, risos espontâneos, sonolência, perda da coordenação motora, redução da capacidade cognitiva de forma temporária, fome e olhos vermelhos. Os efeitos podem variar de acordo com a concentração de THC (substância psicoativa da maconha) que o cigarro contém.

O consumo constante desta droga pode acarretar em problemas mais sérios, como câncer de pulmões, bronquites, tosse crônica e arritmia cardíaca, além de servir como porta de entrada para que os viciados em drogas busquem por drogas que possuam um efeito mais intenso, como o crack e a cocaína, por exemplo.

 

A Falsa Agitação do LSD

 

LSD

O LSD (Dietilamida do Ácido Lisérgico) é uma droga alucinógena que pertence à classe das drogas sintéticas que altera a percepção e que possui um grande poder, pois apenas uma gota já é o suficiente para resultar em alucinações.

Os seus efeitos alteram, principalmente, a percepção de cores e de frequências de som, misturando estes dois sentidos. Por este motivo, muitos usuários afirmam que conseguem “ouvir uma cor”, mas nem sempre seus efeitos são o que o usuário procura.

O consumo de LSD pode causar efeitos indesejados como pânico, ansiedade e delírios tão intensos que tornam o usuário incapaz de diferenciar fantasia de realidade.

Sua utilização é muito comum entre os jovens e seu consumo ocorre principalmente em shows e baladas por causa da euforia intensa que os dependentes experimentam após ingeri-lo e por causa dos jogos de luzes que potencializam esta sensação, sendo que, muitas vezes, seu consumo é acompanhado de outras drogas como álcool e ecstasy.

Os efeitos do LSD sobre o corpo podem ser devastadores, causando reações químicas que levam a um aumento da temperatura, da frequência cardíaca e da pressão, além da dilatação das pupilas, da boca seca e de tremores, dentre tantos outros danos causados ao organismo.

Assim como a cocaína, após terminar o efeito da droga, o usuário passa por um quadro de depressão profunda, o que o faz buscar cada vez mais a substância.

Quadros de psicopatias também são muito comuns entre os usuários de LSD, podendo ser mais fortes ou mais fracos, dependendo da predisposição do organismo do usuário, mas seus danos podem ser permanentes, causando até “flashbacks” com momentos de quando o usuário estava sob os efeitos da droga, mesmo depois de muito tempo de seu consumo.

Tire 8 dúvidas comuns sobre tratamento da dependência química

Quais são suas dúvidas sobre dependência química?

A dependência química é um mal que atinge muitas pessoas e sua origem pode ser resultado de diversos fatores. Ter um dependente químico na família é uma situação bastante difícil, mas existem tratamentos que podem levar o usuário a se libertar do vício.

Confira a seguir as respostas para os principais questionamentos sobre o tratamento de dependentes químicos.

O que é dependência química?

A dependência química — tanto de álcool, quanto de drogas — é uma doença reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que é considerada um transtorno mental multifatorial, ou seja, um vício que atinge o psicológico da pessoa, causando mudanças de comportamento e de funcionamento do corpo, a partir de um ou mais motivos.

Qual a causa desse tipo de doença?

Por ser uma doença multifatorial, ela pode possuir mais de uma causa, mas alguns fatores podem contribuir para que a pessoa se torne dependente, por exemplo: a influência de amigos, a curiosidade, o contexto familiar, a falta de informações sobre efeitos do álcool e das drogas ou, então, situações depressivas, como o falecimento de um ente querido, um divórcio ou uma separação.

Por que uma pessoa se torna dependente e outra não?

É preciso lembrar que a dependência química é uma doença e cada pessoa responde a ela de um modo. Por exemplo: duas pessoas são expostas ao mesmo vírus da gripe; enquanto uma fica apenas resfriada, a outra pega uma forte gripe.

No uso de drogas, é a mesma coisa: enquanto uma pessoa pode nunca mais usar a droga, outra pode se tornar dependente. Isso varia de acordo com predisposições genéticas (tendências que a pessoa herdou dos antecedentes), fatores do ambiente em que vive e, principalmente, do estado psicológico do indivíduo.

Quais os principais sintomas de um dependente químico?

Os principais sintomas são: mudança de comportamento, mentiras, isolamento, queda de rendimento no trabalho ou na escola, irritabilidade, troca do dia pela noite e emagrecimento rápido.