CONHEÇA 6 PRÁTICAS PARA MANTER O INDIVÍDUO EM RECUPERAÇÃO LONGE DO VÍCIO

Quem já precisou se recuperar de uma compulsão ou teve algum amigo ou familiar nessa circunstância sabe o quanto é difícil para os envolvidos se manter longe do vício. Tudo começa como recreação, uma prática ou hábito socialmente aceito, até que de repente o dependente está com a vida destruída ou muito perto disso.

Em muitos casos, a primeira reação é a negação, acreditar que está no controle da situação e que pode parar quando quiser. No entanto, essa vontade nunca vem e estão todos debilitados e cansados dos transtornos causados pelo vício. É nesse momento que buscar ajuda é algo necessário.

A família, os amigos e o dependente devem querer profundamente reverter esse cenário de dor e sofrimento. A reabilitação e a recuperação são fases muito importantes e requerem atenção especial. Afinal, é um trabalho contínuo e que não pode ser negligenciado.

Quer conhecer 6 práticas para manter o dependente longe do vício? Continue a leitura!

Qual a importância da reabilitação?

A maioria das vezes que um dependente, ou sua família, procura por ajuda é porque a condição está insustentável. Grande parte deles estão com a vida completamente desestabilizada, com problemas profissionais, sociais, emocionais, físicos e psicológicos. O estágio é grave e ameaça diretamente a saúde da pessoa.

Assim, é preciso que o dependente vá para uma clínica de reabilitação para se distanciar dos gatilhos que provocam a compulsão. Além disso, nesses lugares, que são totalmente preparados para recebê-lo, haverá acompanhamento e orientação profissional de médicos, enfermeiros, psicólogos e outros profissionais.

Nesses ambientes, passar pelas crises de abstinência e pela ressignificação de suas práticas nocivas será mais fácil. Afinal, os responsáveis por cuidar desses espaços são treinados para lidar com os episódios adversos. A pessoa aprenderá a lidar com suas compulsões, identificar gatilhos e a evitá-los. Também terá suporte para restabelecer sua saúde emocional e física.

Quais práticas para manter o indivíduo em recuperação e longe do vício são indicadas?

Nessa etapa o dependente necessita de total apoio da família e dos amigos. Eles são os pontos de referência de alguém em recuperação de uma compulsão. São uma lembrança constante de que o esforço para controlar os impulsos vale a pena. Acompanhe.

1. Estimular novos comportamentos saudáveis.

Inicialmente, é recomendado que a pessoa em recuperação substitua os antigos hábitos nocivos por novos, mais positivos e prazerosos. Então, é importante incentivar a prática de exercícios físicos, que são comprovadamente fontes de bem-estar e garantia de melhorar a autoestima.

A alimentação saudável também deve ser adotada, pois o indivíduo ainda está se recuperando. Comer alimentos naturais, frutas e verduras contribui para o fortalecimento da saúde física.

2. Criar convívio com familiares e amigos do bem

Outro aspecto de extra relevância é a reinserção da pessoa no convívio social e familiar. O ser humano é uma espécie totalmente sociável e que precisa se sentir pertencente, querido e amado. Nesse momento, evite pessoas que julgam ou menosprezam o dependente, pois ele vai se sentir desconfortável e deprimido. Esses são gatilhos poderosos para que haja uma recaída.

3. Indicar livros e filmes de superação

Todo mundo busca inspiração e empatia. Livros e filmes são ótimas fontes para ambos. As pessoas gostam de ver histórias parecidas com a sua que tiveram finais felizes ou que deixam uma lição de superação, otimismo e fé. Assim, elas acreditam que também terão forças para superar as dificuldades e retomar os rumos das suas vidas.

4. Incentivar a prática de hobbies

Ter um hobby é ter um motivo e algo em que focar. Alguns gostam de correr, outros preferem a leitura e existem aqueles que preferem jogar palavras-cruzadas ou montar quebra-cabeças. Não importa o tipo da diversão ou da paixão, o importante é que haja uma ocupação prazerosa, instrutiva ou divertida do tempo.

Desse modo, enquanto se dedica a essa nova atividade, o paciente em recuperação não está exposto aos gatilhos que despertam a sua compulsão. Além do mais, o dependente pode encontrar uma forma de ajudar outras pessoas.

5. Estimular a autoconfiança e a autoestima

Todas essas práticas que citamos até aqui vão contribuir para o fortalecimento da autoconfiança e da autoestima do dependente. Um dos fatores responsáveis pelas recaídas é a baixa autoestima aliada à insegurança. A pessoa precisa reconhecer que está em ambientes acolhedores e seguros, com gente que se preocupa e se importa com seu bem-estar. Cabe à família e aos amigos fomentar esse cenário de acolhimento e respeito.

6. Procurar orientação profissional periodicamente

O acompanhamento profissional deve ser periódico. O vício é uma doença sem cura, mas que tem tratamento. Psicólogos e terapeutas têm fundamental relevância na evolução do paciente. Essa intervenção não pode ser deixada de lado. É uma prática que deve ser levada ao longo da vida.

Tais profissionais são essenciais para ajudar o paciente no entendimento de suas angústias, limitações e sentimentos. Só assim, ele saberá como enfrentar as dificuldades de conviver com o vício e a compulsão.

FONTE: VIVERSEMDROGA.COM

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